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Atividades do Movimento Xingu Vivo na Cúpula dos Povos, Rio de Janeiro

A construção das hidrelétricas na Amazônia – tanto as em andamento quanto as planejadas – estão entre os projetos de maior impacto ambiental e social do governo brasileiro. É essencial expor a brutalidade estatal com a qual os projetos estão sendo impostos aos povos das florestas, e as suas consequências desastrosas para a Amazônia. E é essencial fortalecer a resistência nacional e internacional contra estes projetos. Esta será a missão do Movimento Xingu Vivo e seus parceiros na Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio +20 que acontece de 15 a 22 de junho no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro. Veja abaixo a programação:

Dia 19

Hidrelétricas: desconstruindo o mito da energia limpa – a ameaça ao futuro da Amazônia, seus rios e seus povos
Horário:
9h
Local: tenda 10 “Orcelina Folador”

A atividade, convocada pela Aliança dos Rios da Amazônia/Movimento Xingu Vivo, discutirá os impactos ambientais das hidrelétricas, desconstruindo o mito da energia limpa, e abordará as ameaças iminentes das barragens nas bacias do Teles Pires, Tapajós e outras a partir das experiências das usinas do rio Madeira, Belo Monte e de outros países, como Chile e Turquia. O objetivo é derrubar os argumentos “verdes”  na defesa da hidreletricidade, e fortalecer os movimentos de resistência dos ameaçados pelas usinas na região amazônica.

Dia 21
Belo Monte: o começo do fim – a usina de Belo Monte como símbolo e piloto do destrutivo “boom hidrelétrico” na Amazônia
Horário: 11:30h
Local: Tenda 25 “Naaya Ali Burhemma”

A atividade, convocada pelo Movimento Xingu Vivo em parceria com Aliança dos Rios da Amazônia, Justiça Global, COIAB, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Nucleo Amigos da Terra Brasil, Brasil pelas Florestas, International Rivers, Amazon Watch, Fundação Heinrich Boell e outros, fortalecerá as estratégias de resistência à construção de Belo Monte a partir da experiência do encontro Xingu +23, que antecedeu a Cúpula e reuniu cerca de 400 atingidos na região de Altamira, no Pará. Também serão analisadas as fragilidades jurídicas, econômicas, políticas e socioambientais da hidrelétrica que justificam a posição dos movimentos de que Belo Monte não é fato consumado. O objetivo é articular uma frente ampla e sólida de luta contra a hidrelétrica com participação de um número expressivo de organizações e ativistas.

Para ler a programação e o convite em PDF, clique aqui

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