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Como Jirau, Santo Antônio é paralisada

Sob forte clima de tensão, os 16 mil operários da usina de Santo Antônio, em Rondônia, voltaram ontem ao canteiro de obras comandado pela Odebrecht, mas decidiram cruzar os braços até o fim da negociação de uma extensa pauta de reivindicações (Valor Econômico, 23.03.2011).

Não há prazo para a retomada do trabalho, paralisado desde sexta-feira, quando episódios de violência forçaram a saída de quase todos os 22 mil operários da vizinha usina de Jirau, no rio Madeira.

A apresentação das reivindicações quase se confunde com o dissídio da categoria, em maio. Os operários de Santo Antônio pedem reajuste de até 35%, maior participação nos lucros, alterações nos planos de saúde, revisão de descontos indevidos, redução das horas extras e dos preços nas lanchonetes privadas do canteiro. Porto Velho vive o drama da inflação de demanda, puxada pelos 40 mil operários e suas famílias. Os aluguéis são muito caros – o de uma casa de dois quartos é de R$ 2,5 mil – e há um déficit habitacional estimado em 15 mil unidades.

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